domingo, 14 de junho de 2009

Um ser só

Que bom se você fosse como a lua, que onde quer que esteja possa lhe enxergar. Ou quem sabe fosse como o sol, que me aquece o peito onde quer que eu vá. Teu beijo poderia ser o infinito e ainda mais bonito nunca se acabar. A tua beleza como a das estrelas, só que permanece quando a noite vai. E deixa a mesma tristeza em saber que não és minha, que não te posso alcançar. Cai a chuva, molha o meu rosto, provo do mel, me lembro do teu gosto. Olho da janela, vejo um jardim. Vou a praia, a tarde cai, que maravilha. O vento traz o teu perfume de baunilha, é como se o mar quebrasse só pra mim. Eu vou me emaranhar por entre seus cabelos, dormir contigo, afastar teus pesadelos. E quando o sol chegar seremos um ser só. ♪

Um comentário:

Luciano de Sálua disse...

E mesmo assim seria pouco.